No post de ontem, salientei que, caso o Corinthians conseguisse resultados positivos nos três jogos seguintes, cadastrava-se de vez como candidato ao título. Pois bem, este blogueiro sente imensa dificuldade em qualificar o resultado de Coritiba 1 x Corinthians 1, já que, tendo em vista as dificuldades apresentadas, foi positivo, mas, em relação à tabela, mostrou-se negativo. Explico-me.
As dificuldades que se apresentaram ontem foram duas, uma de ordem geral, outra, de ordem particular. A geral é que o Corinthians, nessa quase reta final de campeonato, terá de lidar com o ajuste dos jogadores. Graças a lesões, vendas, e contratações, será preciso arrumar um outro jeito de jogar, e isso em pouco tempo, caso ainda tenha ambições. A de ordem particular diz respeito ao jogo em si: quase tudo deu errado nessa quarta-feira. Jorge Henrique, nosso melhor homem de ataque atualmente, se machuca. Jucilei não viu a cor da bola, assim como Elias e Souza (no caso deste, tal feito já é comum). E Dentinho, bem, Dentinho foi Dentinho: correu, ciscou, e fez um gol embaixo da trave. Para completar, Mano entra em campo num 3-5-2 torto, o que comprometeu o primeiro tempo.
Na contabilidade do jogo, 1 x 1 fechou o balanço para os dois times. Porém, é inegável que, para o torcedor corinthiano, o quadro foi o de uma primeira pá de cal na ambição da tríplice coroa.
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
Ou vai, ou racha!
Hoje, às 21:45, em Curitiba, contra o Coritiba, ainda pela 24º rodada do Brasileiro, o Corinthians dá início a uma série de três jogos nos quais, caso consiga resultados positivos, o qualificará definitivamente como candidato a campeão do certame brazuca. Os outros dois jogos serão contra Goiás e São Paulo.
Deixando de lado as churumelas para tratar logo das miudezas, o jogo de hoje não será moleza para o Timão. Em primeiro lugar porque, pelo menos até o momento, o Corinthians parece ter se especializado em complicar jogo fácil. Não que o Coritiba não mereça respeito (vem subindo de produção no campeonato), mas um time que quer disputar o título não pode piar para o 15º colocado. Outro ponto de complicação serão as voltas dos jogadores contundidos e as estreias; apesar de o Mano ser um técnico agregador, que sabe orientar seus comandados, esse time vai precisar engrenar de novo, devido ao entra-e-sai de gente no Todo Poderoso. Contra o Timão, ainda pesa o fato de que todo time joga, até a Seleção Brasileira de Velhos Broxas dá o sangue e manda ver nuns carrinhos de três metros. Dizem, ainda, que a torcida do Coxa está toda empolgada, querendo fazer do estádio um "green hell"; o que quer que isso seja.
Se eu sou o Mano, meto o Marcelo Mattos, o arranca-toco da Fiel, em cima do Marcelinho Paraíba, peço atenção com Thiago Gentil, e só digo uma coisa: "Vamos fazer do 'green hell' um imenso paraíso preto e branco?".
Deixando de lado as churumelas para tratar logo das miudezas, o jogo de hoje não será moleza para o Timão. Em primeiro lugar porque, pelo menos até o momento, o Corinthians parece ter se especializado em complicar jogo fácil. Não que o Coritiba não mereça respeito (vem subindo de produção no campeonato), mas um time que quer disputar o título não pode piar para o 15º colocado. Outro ponto de complicação serão as voltas dos jogadores contundidos e as estreias; apesar de o Mano ser um técnico agregador, que sabe orientar seus comandados, esse time vai precisar engrenar de novo, devido ao entra-e-sai de gente no Todo Poderoso. Contra o Timão, ainda pesa o fato de que todo time joga, até a Seleção Brasileira de Velhos Broxas dá o sangue e manda ver nuns carrinhos de três metros. Dizem, ainda, que a torcida do Coxa está toda empolgada, querendo fazer do estádio um "green hell"; o que quer que isso seja.
Se eu sou o Mano, meto o Marcelo Mattos, o arranca-toco da Fiel, em cima do Marcelinho Paraíba, peço atenção com Thiago Gentil, e só digo uma coisa: "Vamos fazer do 'green hell' um imenso paraíso preto e branco?".
terça-feira, 15 de setembro de 2009
Alhos e bugalhos
Como todos sabem, costumo deixar a parte de F1 com meu companheiro de blog, o senhor Reginaldo. Trata-se, penso, de esporte bastante específico, que exige conhecimento de tecnologia e de estratégias relativas a voltas, litros de combustível, pneus, e cousas, lousas e maripousas. Nunca tive muita paciência para tudo isso.
Porém, o episódio envolvendo Nelsinho Piquet e Briatore, o chefão da Renault, provocou em mim um desejo inesperado de palpitar. Qualquer pessoa com um mínimo de conexão com o mundo já sabe o que ocorreu, e conhece ao menos uns três capítulos da novela. Por isso, aqui, vou direto ao assunto: não acho justa a comparação da má ação de Nelsinho com com as bobagens que Barrichelo fez em sua época de Ferrari.
Quando estava na escuderia italiana, Barrichelo enterrou sua vida como esportista. Ao deixar Schumacher passar por ele, ao trabalhar, na frente de milhões de pessoas, como um servo bem remunerado, um fantoche, Barrichelo demonstrou falta de firmeza de caráter, mostrou-se submisso. Desistiu de competir em prol, tão-somente, de promessas de uma vida boa, de um bom salário. Preferiu a bonomia à competição, pecado máximo do atleta. Ainda assim, com todas essas faltas, Rubinho prejudicou apenas uma pessoa: ele mesmo. Acordou tarde para endireitar-se no caminho do espírito esportivo.
Bem diferente é o caso de Piquet. Quando escolheu seguir orientações para bater em um muro, ele não só mostrou-se sem caráter, não só foi submisso, mas prejudicou quase todos na corrida, sem contar o principal: poderia ter machucado seriamente algum companheiro.
Exagero? Creio que não. Veja o que uma simples mola fez com Felipe Massa. Pare e pense leitor. Nelsinho Piquet correu sério risco de se machucar. Será que ele teria pudor em machucar outra pessoa?
Rubinho apontou uma arma para si mesmo, enquanto Piquet apontou para os lados, sem se preocupar com a direção da bala.
Porém, o episódio envolvendo Nelsinho Piquet e Briatore, o chefão da Renault, provocou em mim um desejo inesperado de palpitar. Qualquer pessoa com um mínimo de conexão com o mundo já sabe o que ocorreu, e conhece ao menos uns três capítulos da novela. Por isso, aqui, vou direto ao assunto: não acho justa a comparação da má ação de Nelsinho com com as bobagens que Barrichelo fez em sua época de Ferrari.
Quando estava na escuderia italiana, Barrichelo enterrou sua vida como esportista. Ao deixar Schumacher passar por ele, ao trabalhar, na frente de milhões de pessoas, como um servo bem remunerado, um fantoche, Barrichelo demonstrou falta de firmeza de caráter, mostrou-se submisso. Desistiu de competir em prol, tão-somente, de promessas de uma vida boa, de um bom salário. Preferiu a bonomia à competição, pecado máximo do atleta. Ainda assim, com todas essas faltas, Rubinho prejudicou apenas uma pessoa: ele mesmo. Acordou tarde para endireitar-se no caminho do espírito esportivo.
Bem diferente é o caso de Piquet. Quando escolheu seguir orientações para bater em um muro, ele não só mostrou-se sem caráter, não só foi submisso, mas prejudicou quase todos na corrida, sem contar o principal: poderia ter machucado seriamente algum companheiro.
Exagero? Creio que não. Veja o que uma simples mola fez com Felipe Massa. Pare e pense leitor. Nelsinho Piquet correu sério risco de se machucar. Será que ele teria pudor em machucar outra pessoa?
Rubinho apontou uma arma para si mesmo, enquanto Piquet apontou para os lados, sem se preocupar com a direção da bala.
E este blogueiro assina embaixo
Manifesto formulista
Um espectro ronda o campeonato Brasileiro – o espectro da mesmice. Tudo isso porque é bem possível que o São Paulo Futebol Clube conquiste seu quarto Brasileirão consecutivo, transformando nossa competição nacional da mais difícil para a mais previsível do mundo.
Lembro que numa certa altura do campeonato, lá no início, os jogadores do São Paulo tinham de responder sobre a possibilidade de a equipe ser rebaixada. A pergunta era absurda em se tratando do matreiro time do Morumbi, justificável apenas pelo fato de a equipe ter feito um mal começo de Brasileirão. Mas uma rápida olhada na tabela revela o quão é avassalador o crescimento do time de Ricardo Gomes.
Tomemos o empate em 2 a 2 contra o Internacional no Beira-Rio como divisor de águas na campanha são-paulina. O calendário marcava o dia 22 de julho. Antes deste jogo, o São Paulo tinha quatro derrotas, cinco empates e só três vitórias. Tomemos este jogo porque um amigo colorado me alertou naquela época:
- Time desgraçado esse Inter, deixou o São Paulo empatar agora eles vão ganhar tudo daqui pra frente.
Pois. Depois do empate no dia 22 de julho, o São Paulo teve apenas uma derrota, um empate e estrondosas nove vitórias, contando com a de sábado diante do Avaí. Quatro destes triunfos foram fora de casa.
Que o São Paulo é um time de chegada, está aí o campeonato do ano passado para nos refrescar a memória. A questão é que seus principais concorrentes não estão mostrando o mesmo ímpeto desde o dia 22 de julho.
No mesmo período histórico, o Palmeiras teve muito mais tropeços: foram quatro empates e três derrotas dos verdes. Já o Internacional perdeu quatro e empatou uma.
E a vitória sobre o Avaí mostrou o que parece ser uma tendência até o final da competição. O São Paulo chega a ser sonolento e demasiadamente mecânico ao longo da partida, mas parece chegar ao gol simplesmente quando quer.
No sábado, o Avaí teve chances claras de abrir o placar – teve inclusive um gol mal anulado. O primeiro tempo do São Paulo foi ruim, mas nos 30 segundos da etapa final Dagoberto já fazia um gol. No final do jogo Hugo ainda fez o segundo, sendo que o São Paulo também teve um gol mal anulado pelo mesmo auxiliar Marcelo Bertanha Barison (RS). Ou seja, vitória tranqüila, sem maiores sobressaltos nem emoções.
E a campanha do São Paulo tem tudo para continuar assim, sem emoções mas sem muitas derrotas também, a menos que os adversários abaixo resolvam se unir para salvar o campeonato de pontos corridos.
Santo André x São Paulo
São Paulo x Corinthians
Náutico x São Paulo
São Paulo x Coritiba
Flamengo x São Paulo
São Paulo x Atlético-MG
Santos x São Paulo
São Paulo x Internacional
São Paulo x Barueri
Grêmio x São Paulo
São Paulo x Vitória
Botafogo x São Paulo
Goiás x São Paulo
São Paulo x Sport
É claro que os analistas sérios vão dizer que a fórmula dos pontos corridos é coisa de primeiro mundo, que os clubes brasileiros precisam de planejamento, estrutura e outras MUMUNHAS que servem para preencher o tempo dos debates esportivos. Mas estou escrevendo no Impedimento e aqui tenho liberdade para dizer: volta, mata-mata! Queremos turno e returno, cruzamento olímpico, índice técnico, gol qualificado, repescagem, desempate no palitinho e todas as emoções que o formulismo nos dá.
Formulistas do mundo, uni-vos.
Venceremos,
Daniel Cassol
Do site http://impedimento.wordpress.com/
Um espectro ronda o campeonato Brasileiro – o espectro da mesmice. Tudo isso porque é bem possível que o São Paulo Futebol Clube conquiste seu quarto Brasileirão consecutivo, transformando nossa competição nacional da mais difícil para a mais previsível do mundo.
Lembro que numa certa altura do campeonato, lá no início, os jogadores do São Paulo tinham de responder sobre a possibilidade de a equipe ser rebaixada. A pergunta era absurda em se tratando do matreiro time do Morumbi, justificável apenas pelo fato de a equipe ter feito um mal começo de Brasileirão. Mas uma rápida olhada na tabela revela o quão é avassalador o crescimento do time de Ricardo Gomes.
Tomemos o empate em 2 a 2 contra o Internacional no Beira-Rio como divisor de águas na campanha são-paulina. O calendário marcava o dia 22 de julho. Antes deste jogo, o São Paulo tinha quatro derrotas, cinco empates e só três vitórias. Tomemos este jogo porque um amigo colorado me alertou naquela época:
- Time desgraçado esse Inter, deixou o São Paulo empatar agora eles vão ganhar tudo daqui pra frente.
Pois. Depois do empate no dia 22 de julho, o São Paulo teve apenas uma derrota, um empate e estrondosas nove vitórias, contando com a de sábado diante do Avaí. Quatro destes triunfos foram fora de casa.
Que o São Paulo é um time de chegada, está aí o campeonato do ano passado para nos refrescar a memória. A questão é que seus principais concorrentes não estão mostrando o mesmo ímpeto desde o dia 22 de julho.
No mesmo período histórico, o Palmeiras teve muito mais tropeços: foram quatro empates e três derrotas dos verdes. Já o Internacional perdeu quatro e empatou uma.
E a vitória sobre o Avaí mostrou o que parece ser uma tendência até o final da competição. O São Paulo chega a ser sonolento e demasiadamente mecânico ao longo da partida, mas parece chegar ao gol simplesmente quando quer.
No sábado, o Avaí teve chances claras de abrir o placar – teve inclusive um gol mal anulado. O primeiro tempo do São Paulo foi ruim, mas nos 30 segundos da etapa final Dagoberto já fazia um gol. No final do jogo Hugo ainda fez o segundo, sendo que o São Paulo também teve um gol mal anulado pelo mesmo auxiliar Marcelo Bertanha Barison (RS). Ou seja, vitória tranqüila, sem maiores sobressaltos nem emoções.
E a campanha do São Paulo tem tudo para continuar assim, sem emoções mas sem muitas derrotas também, a menos que os adversários abaixo resolvam se unir para salvar o campeonato de pontos corridos.
Santo André x São Paulo
São Paulo x Corinthians
Náutico x São Paulo
São Paulo x Coritiba
Flamengo x São Paulo
São Paulo x Atlético-MG
Santos x São Paulo
São Paulo x Internacional
São Paulo x Barueri
Grêmio x São Paulo
São Paulo x Vitória
Botafogo x São Paulo
Goiás x São Paulo
São Paulo x Sport
É claro que os analistas sérios vão dizer que a fórmula dos pontos corridos é coisa de primeiro mundo, que os clubes brasileiros precisam de planejamento, estrutura e outras MUMUNHAS que servem para preencher o tempo dos debates esportivos. Mas estou escrevendo no Impedimento e aqui tenho liberdade para dizer: volta, mata-mata! Queremos turno e returno, cruzamento olímpico, índice técnico, gol qualificado, repescagem, desempate no palitinho e todas as emoções que o formulismo nos dá.
Formulistas do mundo, uni-vos.
Venceremos,
Daniel Cassol
Do site http://impedimento.wordpress.com/
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
O cheiro de Tetra-hepta
As partidas do domingão não poderiam ser melhores para o tricolor. Palmeiras e Internacional perderam seus jogos
Sem Diego Souza o Palmeiras se torna um time frágil, no jogo de ontem contra o vitória isso ficou claro. Cleiton Xavier apareceu muito pouco na partida, Vágner Love tentou e tentou, mas ficou nisso. Quem realmente "incomodou" no ataque foi Robert, anotando dois gols. Mesmo assim, o Vitória embalado pelas bolas venenosas de Ramon, parou o time do Parque Antártica, vencendo por 3x2.
Além disso, Internacional e Goiás perderam seus jogos, o São Paulo agradece. Agora o tricolor está a um ponto do Palmeiras e a mesma pontuação de Internacional, será o repeteco do ano passado? Cheiro de tetra-hepta no ar...
Além disso, Internacional e Goiás perderam seus jogos, o São Paulo agradece. Agora o tricolor está a um ponto do Palmeiras e a mesma pontuação de Internacional, será o repeteco do ano passado? Cheiro de tetra-hepta no ar...
domingo, 13 de setembro de 2009
Barrichelo em busca do título
Com uma corrida brilhante depois de largar na 5ª posição, o brasileiro consegue sua segunda vitória no ano
Rubinho corre com alegria, anda rápido e vê a diferença para o líder do campeonato, Jenson Button, cair para 14 pontos, faltando quatro corridas para o término da temporada. A corrida em Monza foi impecável, sem erros, correndo com "a faca nos dentes", segundo o narrador.
A RBR, que assustou na metade do campeonato, desapareceu. Assim, Barrichello tem a oportunidade de realizar seu sonho, ser campeão mundial. Pisa fundo, Rubinho...
Rubinho corre com alegria, anda rápido e vê a diferença para o líder do campeonato, Jenson Button, cair para 14 pontos, faltando quatro corridas para o término da temporada. A corrida em Monza foi impecável, sem erros, correndo com "a faca nos dentes", segundo o narrador.
A RBR, que assustou na metade do campeonato, desapareceu. Assim, Barrichello tem a oportunidade de realizar seu sonho, ser campeão mundial. Pisa fundo, Rubinho...
Palmeiras sobre ameaça
Nesta rodada do brasileirão, São Paulo vence Avaí e fica um ponto atrás do verdão
O jogo deste domingo preocupa Muricy Ramalho. Ontem, ele viu seu ex-time, São Paulo, bater o Avaí com gols de Dagoberto e Hugo e encostar na ponta da tabela. Depois de um primeiro tempo apático, o São Paulo voltou ao segundo tempo determinado a conquistar os três pontos. Ao Palmeiras, que não conta com Diego Souza, resta vencer o Vitória, no Barradão, para não deixar o Jason tricolor aproximar. Jogo duro.
Já o Santos enfrenta o Santo André na Vila Belmiro. Depois da confusão envolvendo o burucutu Domingos, o peixe tenta alcançar a parte de cima da tabela em busca do G4.
Análise
Acredito que o Palmeiras tem um fator decisivo nos jogos, a dupla Diego Souza e Cleiton Xavier, sem esse ingrediente o verdão se torna um time abaixo do comum. A presença de Vágner Love ainda é uma incógnita, o gol de pênalti não diz porquê ele veio, mas vamos esperar. Acredito em tropeço Alviverde.
O Santos, que está tendo padrão de jogo, pode sofrer com ausência de Paulo Henrique Ganso, no entanto, a equipe santista deve vencer o Santo André que vem perdendo fôlego.
O jogo deste domingo preocupa Muricy Ramalho. Ontem, ele viu seu ex-time, São Paulo, bater o Avaí com gols de Dagoberto e Hugo e encostar na ponta da tabela. Depois de um primeiro tempo apático, o São Paulo voltou ao segundo tempo determinado a conquistar os três pontos. Ao Palmeiras, que não conta com Diego Souza, resta vencer o Vitória, no Barradão, para não deixar o Jason tricolor aproximar. Jogo duro.
Já o Santos enfrenta o Santo André na Vila Belmiro. Depois da confusão envolvendo o burucutu Domingos, o peixe tenta alcançar a parte de cima da tabela em busca do G4.
Análise
Acredito que o Palmeiras tem um fator decisivo nos jogos, a dupla Diego Souza e Cleiton Xavier, sem esse ingrediente o verdão se torna um time abaixo do comum. A presença de Vágner Love ainda é uma incógnita, o gol de pênalti não diz porquê ele veio, mas vamos esperar. Acredito em tropeço Alviverde.
O Santos, que está tendo padrão de jogo, pode sofrer com ausência de Paulo Henrique Ganso, no entanto, a equipe santista deve vencer o Santo André que vem perdendo fôlego.
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